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Não houve edição em áudio de Temer e Joesley, reforça Polícia Federal

A reafirmação dos peritos da Polícia Federal foi enviada à Corte do Supremo Tribunal Federal (STF), de acordo com o documento de 14 páginas, feito após notificação do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, a gravação feita entre o empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer não sofreu cortes ou edição.

"Considerando-se todas as técnicas aplicadas na realização dos exames, não foram encontrados elementos indicativos de que a gravação questionada tenha sido adulterada em relação ao áudio original, sendo a mesma consistente com a maneira em que se alega ter sido produzida. Em especial, não foram encontrados elementos indicativos de que a gravação tenha sido adulterada por meio da inserção artificial de ruídos ou amostras saturadas", diz o texto.

A perícia ressaltou ainda que o gravador deixou de registrar 6 minutos e 21 segundos de áudio. As descontinuidades "são compatíveis com as decorrentes da interrupção no registro das amostras de áudio por atuação do mecanismo de detecção de pressão sonora do equipamento gravador".


*Radar da Bahia

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