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DEZEMBRO LARANJA: Especialista alerta sobre o tipo mais agressivo de câncer de pele


Um levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), revela que o câncer de pele é o tipo mais frequente de câncer e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país.

O tipo mais agressivo de câncer de pele é o Melanoma Cutâneo, que tem origem nos melanócitos, células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele, mas pode iniciar também no olho, nas mucosas e nas meninges.

Segundo o Dr. Luciano José Biasi, especialista em Cirurgia Oncológica e Cirurgia de Cabeça e Pescoço, do NEOCANP - grupo focado no diagnóstico e tratamento do câncer de pele, o melanoma representa apenas 3% dos cânceres de pele, porém, pela sua característica de agressividade, é responsável por 80% das mortes pela doença. "O melanoma é considerado agressivo, pois as células podem se espalhar rapidamente pela corrente sanguínea. É o tipo com mais chance de causar metástase", explica o especialista.

Normalmente aparece uma mancha ou "pinta" marrom que apresenta algumas alterações, o melanoma tem grandes chances de cura, caso seja detectado nas fases iniciais. Por isso, é preciso ficar atento aos sinais conhecimento como ABCDE:

A: Assimetria da lesão;

B: Bordas irregulares;

C: Coloração com tons variados;

D: Diâmetro maior de 6 mm;

E: Evolução.

Não há uma causa específica para o aparecimento desse câncer, porém, os especialistas apontam que o mais provável é que uma combinação de fatores ambientais e genéticos provoque a doença. "A exposição à radiação ultravioleta (UV) do sol e de câmaras de bronzeamento artificial é a principal causa de melanoma, principalmente os da pele da face, do tronco e membros", finaliza.

Confira as dicas para se proteger do sol e reduzir as chances de desenvolver melanoma cutâneo:

A exposição intensa ao sol é o principal fator ambiental que causa melanoma cutâneo, por isso:

• Evite se expor ao sol nos horários próximos ao meio-dia com maior intensidade de radiação UV;

• Use protetor solar nas áreas expostas;

• Use roupas adequadas de fibras naturais;

• Use chapéu e óculos escuros;

• Procure um médico para avaliar qualquer mancha persistente que mude cor e tamanho.

Veja o vídeo:


*Radar da Bahia

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