“Pressão popular fez governo adiar Reforma”, afirma Augusto Vasconcelos


O Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), já anuncia que não irá colocar na pauta do próximo dia 6 a votação da Reforma da Previdência. O Planalto avalia ser muito arriscado, sem a certeza de que alcançará os 308 votos necessários para aprovar em 1o turno a Proposta de Emenda Constitucional.

Para o Presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, “a sociedade tem percebido que o governo faz uma verdadeira manobra contábil, visando caracterizar o déficit da Previdência, mas não assume que o próprio governo, além de não repassar receitas importantes, retira 30% do Orçamento da Seguridade Social através da DRU (Desvinculação de Receitas da União) e perdoa dívidas bilionárias com grandes grupos econômicos.”

Apesar do recuo, as Centrais prometem continuar mobilizadas e marcam protestos para o dia 5. Em Salvador acontecerão atos no Iguatemi às 6 horas e no Campo Grande às 15 horas. “Temos mobilizado em todo país. Os deputados que votarem a favor desta Reforma estarão traindo os trabalhadores mais uma vez. Inaceitável que queiram colocar a responsabilidade nas costas da população para preservar os interesses dos bancos que estão de olho na Previdência”, reiterou Vasconcelos.



*Assessoria de Comunicação

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