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Audiência sobre indenizações de naufrágio com 19 mortes termina sem acordo


A primeira audiência de conciliação entre a empresa CL Transporte Marítimo e familiares de vítimas e sobreviventes do naufrágio da embarcação Cavalo Marinho I – durante a travessia Mar Grande/Salvador – foi realizada nesta segunda-feira (6), mas terminou sem acordo. Dezenove pessoas morreram no acidente.

Estiveram presentes na audiência três sobreviventes da tragédia e as famílias de duas vítimas, que estão movendo processo contra a empresa por meio da Defensoria do Estado (DPE). O réu, Lívio Garcia Galvão Jr., dono da empresa, não compareceu e terá 15 dias – a contar da audiência – para apresentar defesa.

O caso é conduzido pelo juiz Maurício Oliveira de Lima, da 16° Vara de Relações de Consumo. No encontro, os representantes do réu alegaram que precisavam reunir os valores indenizatórios pedidos por todas as famílias que deram entrada em processos – as cinco que fizeram o pedido via Defensoria Pública em Salvador e outras 23, que moveram ação por meio da Defensoria Pública de Mar Grande.

As famílias e vítimas que movem a ação por meio da DPE em Salvador reivindicam indenização por danos morais, cujos valores variam ente R$ 100 e R$ 200 mil, cada um, e por danos materiais, que chegam até a 6 mil.

A defensora pública que representa os familiares e as vítimas, Gabriela Trigueiro, disse ao G1 que apesar das partes não terem chegado a um acordo, a audiência é o primeiro passo para que os denunciantes possam chegar à indenização.



*Bahia.Ba

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