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João Henrique: ‘Muita gente quer votar em mim, mas não quer expor’


Na corrida ao Palácio de Ondina pelo PRTB, João Henrique voltou a criticar nesta sexta-feira (24) as pesquisas de intenção de voto divulgadas recentemente, inclusive as registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como a do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinição Pública e Estatística).

“As pesquisas estão perdendo credibilidade. O TSE tinha que regulamentar melhor ou até impugnar, proibir pesquisas. Tive rejeição de 60%, 70%, e agora estou com 29%? Minha rejeição então despencou? Ou estava inflacionada quando não queriam que eu retornasse à política? Não dá para confiar”, disse em sabatina realizada pela rádio Itapuã FM.

Todavia, defendeu pesquisa em que aponta o presidenciável Jair Bolsonaro na liderança em cenário sem o ex-presidente Lula (PT). “Bolsonaro está liderando quando tira a candidatura do Lula. Ele parte para o primeiro lugar. Muita gente quer votar em mim, mas não quer expor. Não querem expor que votam em candidatos que enfrentam o sistema é muito difícil. Muitas pessoas têm medo de dizer aos institutos de pesquisas porque têm medo de votar no establishment. Quer votar em Bolsonaro, mas não quer se expor”, analisou.

Contas rejeitadas – João Henrique teve as contas rejeitadas no seu segundo mandato. Questionado por jornalistas durante a sabatina, ele afirmou ter sido sabotado por aliados, destacando as siglas PT e DEM. “Houve partidos infiltrados em meu governo que me sabotaram, me desgastaram, romperam comigo aos 45 minutos do segundo tempo. Fui Sabotado pelo PT e DEM. Eram governos paralelos, o governador dava a ordem e não era cumprida. Vinham com desculpas, às vezes desculpa técnica. O erro foi meu de ter entregado verticalmente a secretaria a partidos políticos que faziam governos paralelos”.

PRTB e PSL – Além de associar fortemente seu nome nessas eleições ao do ex-governador João Durval, seu pai, João Henrique também abraçou o nome de Bolsonaro. Questionado pelo jornalista Matheus Morais, do bahia.ba, um dos convidados para a sabatina, sobre a falta de reciprocidade por parte do presidenciável, ele garantiu que tem se encontrado com Bolsonaro, mas fora da Bahia.

“Tenho me encontrado sim com ele, mas no Sul. Estou esperando ele aqui em setembro. Lula – ou quem quer que seja o candidato do PT – nunca me apoiaria para governador. O grupo forte liderado pelo prefeito de Salvador [ACM Neto] em hipótese alguma me levaria a governador. Como nosso partido a nível nacional fez parceria com Jair, indicando inclusive o vice General Mourão, se deu o ponto de convergência. Aqui ele [Bolsonaro] só tem o nosso palanque”, declarou.

João Henrique também defendeu o porte de armas. “Para ter em casa como legítima defesa. Legitima defesa está prevista na Constituição. Se Bolsonaro fizer plebiscito, como está sendo convocado, e a população aceitar, não vejo problema”, disse.



*Bahia.Ba

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