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"Edison Brittes agrediu esposa antes de matar Daniel", diz testemunha

Uma testemunha do assassinato do jogador Daniel deu mais detalhes importantes sobre o assassinato que aconteceu no final de outubro em São José dos Pinhais.

Identificada apenas como Evelin, a mulher de 19 anos “ficou” com o jogador na noite anterior ao crime. Em seu depoimento à polícia, ela contou que Edison Brittes, conhecido como Juninho Riqueza, agrediu sua mulher, Cristiana, antes de matar Daniel.

Segundo trecho do boletim de ocorrência, “Junior comentou na sala que havia ‘matado o gambá”. Em outra parte do depoimento, Junior estranhou a porta fechada do quarto do casal. Pela janela, viu Daniel na cama com sua esposa, sendo que o jogador tentou se esconder. Então, Junior entrou no quarto, deu tapas no rosto de Cristiana e começou a agredir Daniel”, completa o documento.

A testemunha disse que em nenhum momento a mulher de Juninho acusou o jogador de estupro. Após o espancamento, Cristiana pediu para as pessoas na casa não deixaram Edison fazer nada com o jogador. “Você está defendendo esse vagabundo”, rebateu Juninho Riqueza.

Evelin também disse que Edison pediu para outros convidados, incluindo Allana (filha do casal), para limpassem o sangue que estava no quarto após o linchamento.

A menina contou à polícia que viu Daniel se mexendo antes de sair da casa – o que indica que ele estava vivi depois do espancamento (corroborando relatos anteriores) e que ele foi colocado dentro de um carro.

A jovem também relatou que um dos convidados, que ainda não foi preso e tampouco está sendo investigado, foi à cozinha e pegou a faca usada no crime contra Daniel.



*Yahoo

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