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Em discurso de posse, Rui minimiza relação entre pobreza e criminalidade

Em discurso na cerimônia de posse para o segundo mandato, o governador Rui Costa (PT) mencionou a própria história de vida para minimizar a relação entre pobreza e criminalidade.

“Não posso nem devo aceitar que a pobreza em si seja a causa da violência e da criminalidade. Quantos entre nós, ali daquela parte da encosta da Liberdade, não buscamos outras possibilidades, não traçamos nossos destinos pelas trilhas do bem, do trabalho, da educação, tal como aprendemos com as nossas famílias?”, questionou.

Ao fazer um balanço sobre as ações do governo, o petista afirmou ser “totalmente equivocada” a visão de que os índices de homicídios têm aumentado.

Segundo o chefe do Executivo estadual, houve redução de 28,5% na taxa dos crimes violentos letais intencionais. Rui ainda defendeu que, no combate ao crime, é necessário um aporte maior de recursos. Afirmou que a repressão, “ainda que absolutamente necessária”, não é capaz de enfrentar a “perversa e perigosa economia do narcotráfico”.

“Me orgulho de ser o governador que mais contratou policias e que realizou os mais robustos investimentos em Segurança Pública, em apenas quatro anos. Estamos fazendo a nossa parte, para garantir um melhor cenário para os baianos, principalmente entre os nossos jovens”, ressaltou.

Entre as ações que prometeu concluir no segundo mandato estão a finalização de avenidas de vias transversais, a ampliação do metrô, a implementação do VLT e a construção da Ponte Salvador-Itaparica.

Sobre as parcerias da gestão estadual com prefeituras do interior, mencionou a construção de policlínicas e hospitais regionais.

Para o segundo mandato, prometeu destravar o fluxo de procedimentos, as formas de regulação, além de melhorar a gestão dos equipamentos de saúde.



*Bahia.Ba

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