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Ex-funcionária de herdeiro das Casas Bahia acusa média de 200 a 230 mulheres abusadas por ano


Uma ex-funcionária de Saul Klein, filho do fundador das Casas Bahia, estima que em um ano, uma média de 230 mulheres tenham passado pela casa do milionário de 66 anos. O herdeiro foi acusado de abuso sexual e estupro por mulheres que contam ter sido aliciadas para festas e eventos na casa dele, em Alphaville, São Paulo.

As mulheres dizem que eram submetidas a controle de peso, pressionadas por terceiros a realizarem procedimentos estéticos e a manter relações sexuais com Klein, sempre sem o uso de preservativos, mediante remuneração de R$ 3 mil a R$ 4 mil por semana.

Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, a ex-funcionária, que chegou a ser uma das vítimas de Klein antes de trabalhar para o milionário por 12 anos, revela que não consegue nem mesmo estimar quantas mulheres — algumas menores de idade — passaram pelas festas.

"O abuso físico era horrível, era uma situação péssima", narrou a ex-funcionária. "Chegamos a contratar uma equipe de músicos que tocavam música clássica. Em um aniversário dele, arrumamos fantasias. E quando essa festa acabava, a certo ponto que também já estávamos um pouco alcoolizados, íamos para um outro local 'acústico', que não vazava som. Lá dentro ele fazia uma entrega de presentes, sapatos, bolsas, bichos de pelúcia, perfumes, joias, coisas assim, e depois a gente iniciava um jogo de perguntas e respostas que poderia levar a tirar a roupa", relata.

A defesa de Klein alega que as relações eram consensuais, e que o empresário era um 'sugar daddy', termo que designa homens mais velhos que têm o fetiche de sustentar financeiramente mulheres mais novas em troca de afeto e/ou relações sexuais. O Ministério Público, que pediu a instauração do inquérito com base em 14 denúncias, contesta essa versão.



*Metro1

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