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Escritor Paulo Coelho recomenda maconha para “acalmar” Bolsonaro


O escritor Paulo Coelho usou as redes sociais, neste domingo, 08, para sugerir ao presidente da República, Jair Bolsonaro, e integrantes do governo federal que consumam maconha para “acalmar”. “Eu não uso desde 1982, mas acho que acalma. O Planalto e seu rei nu se beneficiariam muito. À venda em qualquer supermercado suíço”, escreveu Coelho.

O escritor mora atualmente na Suíça, onde o consumo da maconha é legalizado. Confira o post de Paulo Coelho no Twitter:

Famoso por sua parceria com Raul Seixas nos anos 1970, por fazer parte do movimento de oposição à ditadura militar e por ser o escritor de língua portuguesa mais traduzido para outros idiomas – à frente, inclusive, do Nobel português José Saramago –, não é a primeira vez que Paulo Coelho provoca o governo bolsonarista.

No início do mês passado, ele se aliou ao influencer Felipe Neto para denunciar ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas ataques do governo federal contra a liberdade de expressão no Brasil. Poucos dias depois desse evento, o escritor protagonizou outra alfinetada contra o bolsonarismo, quando se propôs a bancar o Festival de Jazz do Capão com recursos da Fundação Coelho & Oiticica, de propriedade dele e da artista plástica Christina Oiticica, esposa do escritor.

O festival ocorre há uma década na Bahia e teve o apoio financeiro, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), reprovado pela Fundação Nacional de Artes (Funarte). Segundo o parecer da Funarte que justifica a recusa, “a arte é tão singular que pode ser associada ao Criador”. O idealizador do evento agradeceu e confirmou a parceria com Coelho.



*A Tarde

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