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Prefeitos que queiram migrar de legenda serão acolhidos pelo MDB, afirma Lúcio Vieira Lima


O ex-deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) declarou que os prefeitos que quiserem integrar a legenda, independente da sigla que vierem, serão bem recebidos. Na visão do ex-parlamentar, que é um dos líderes do partido no estado, a migração é natural, um "movimento sazonal" na política.


"O MDB teve 117 prefeitos e foram para outro canto. Agora, se forem voltar, podem. Eu sou da tese que 'o bom filho sempre à casa retorna'", alegou Lúcio. "Podem vir prefeitos de todos os partidos, serão muito bem vindos no MDB. Quem não quer receber prefeitos?", questionou.


A movimentação é ventilada no cenário político estadual como uma alternativa para os aliados ao governador Rui Costa (PT) caso a filiação do presidente Jair Bolsonaro ao Progressistas se concretize (saiba mais aqui).


Nos bastidores, a aliança com o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o Partido dos Trabalhadores (PT) é apontada como algo já definido na corrida rumo às eleições de 2022 (veja aqui). Informação que é negada pelo emedebista.


Segundo Lúcio, existem conversas com três dos grupos políticos que indicaram interesse na disputa pelo Palácio de Ondina: o ministro da Cidadania João Roma (Republicanos), o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), e o senador Jaques Wagner (PT).


"Me perguntaram qual a porcentagem. E eu respondi 33,33%. Por quê? Você tem três candidatos", indicou Lúcio, se referindo à quantidade de candidatos ao governo do estado que disputam o apoio do MDB.


De acordo com ele, as chances seriam as mesmas e a plataforma política apresentada por cada um é o que deve definir a questão. "Volto a dizer o que tenho dito exaustivamente: estamos conversando para ver as propostas dos candidatos, qual o pensamento de problemas graves para a Bahia", disparou ao Bahia Notícias.


INFLUÊNCIA NACIONAL

Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (13), o governador Rui Costa admitiu que os alinhamentos nacionais irão referenciar as eleições estaduais e a construção de alianças (clique aqui).


"Essa eleição do ano que vem será muito referenciada pela eleição nacional também. Não que vá impor alianças nos estados, mas vai influenciar as alianças estaduais. Não tenho dúvida disso. O fato de ter possibilidade de federação isso vai influenciar também, assim como a busca de cada partido para fazer bancadas, porque é uma conta que todo mundo faz", disse Rui.


O mesmo ponto foi defendido por Lúcio Vieira Lima, que disse que a sigla também considera a consolidação, ou não, do nome de Simone Tebet (MDB-MS) para a Presidência da República para então definir quais rumos vai tomar à nível estadual. "Temos que esperar qual é a decisão para tomar um posicionamento", acrescentou.





*Bahia Notícias

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