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Vereadores pressionam para que decisão sobre carnaval seja tomada até a próxima segunda


A Comissão Especial de Acompanhamento da Retomada dos Eventos da Câmara Municipal de Salvador (CMS) deu um prazo de cinco dias para que o prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), e o governador da Bahia, Rui Costa (PT), entrem em acordo para a realização do carnaval do ano que vem, previsto para final de fevereiro. Se até segunda-feira, 5, nenhuma decisão for tomada, o carnaval será inviabilizado por conta da impossibilidade de se conseguir patrocínios para bancar a festa, dizem os vereadores.

O governador da Bahia tem sofrido pressão dos setores que desejam a realização da festa momesca na capital do estado. O prefeito de Salvador, por sua vez, tem se posicionado a favor do evento. A folia, que não aconteceu em 2021 por conta dos números altos de contaminação e morte por covid-19 no Brasil, só poderá acontecer no ano que vem com algumas restrições, segundo a comissão da Câmara. Está no planejamento a obrigatoriedade do comprovante de vacinação das duas doses contra a covid-19 para a entrada no circuito, que será checada em acessos e portões de controle e que receberão suporte da Polícia Militar da Bahia (PM-BA).

A comissão, que aprovou um relatório com dez recomendações sobre como deve acontecer o evento, é formada pelos vereadores Claudio Tinoco (DEM), Anderson Ninho (PDT), André Fraga (PV), Cris Correia (PSDB), Daniel Alves (PSDB), Leandro Guerrilha (PL), Marta Rodrigues (PT), Ricardo Almeida (PSC) e Sílvio Humberto (PSB). Apenas Marta Rodrigues (PT) e Sílvio Humberto (PSB) não aprovaram o documento. Entre as recomendações, estão a ausência das festas Fuzuê, Furdunço e Pipoco, reduzindo de dez para sete dias o evento, e o controle da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na entrada de turistas nos portos e aeroportos.




*A Tarde

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