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Rui aposta que Jerônimo passa ACM Neto em maio


O governador da Bahia, Rui Costa (PT), apostou ontem que o pré-candidato ao governo do PT, Jerônimo Rodrigues, vai ultrapassar o adversário ACM Neto (União Brasil) nas pesquisas em maio.  “Pode escrever o que estou dizendo. Quando chegar em maio, a pesquisa; quando fizer essa vinculação, ele já vai estar na frente. Pode anotar isso. Nós estamos no final de março. Em maio, quando fizer a pesquisa e vincular o nome de Jerônimo ao nosso apoio e ao nome de Lula, ele vai estar na frente nas pesquisas. Eu não tenho dúvida disso. Pode escrever como dois e dois são quatros”, declarou o petista, em entrevista à rádio Metrópole.

“Eu tenho convicção de que Jerônimo vai crescer como eu cresci em 2014, e nós vamos ganhar a eleição, porque nós vamos fazer o apelo e o convencimento ao povo da necessidade dessa parceria da Bahia com Lula, do Lula com a Bahia”, acrescentou.

Rui voltou a cutucar o pré-candidato ACM Neto, e sugeriu que o ex-prefeito é “amante” do presidente Jair Bolsonaro (PL). "Eles controlam a Codevasf, portos, utilizam recursos do governo federal, ajudam o presidente a perseguir o Nordeste e a Bahia. Parece aquela relação da pessoa com amante, só quer ficar junto no quarto sem que ninguém veja. Essa é a situação da nossa oposição. Tinham vergonha de assumir o relacionamento com Temer e agora têm a diferença de não assumir o presidente Bolsonaro”, declarou o governador.

O petista falou ainda sobre o rompimento com o PP, do vice-governador João Leão. De acordo com ele, houve "decepção" e "tristeza", mas foi uma ruptura positiva para o grupo governista.
“Eu acho que o jogo ficou mais claro na Bahia. De um lado, ficaram os partidos que estão abraçados com Bolsonaro, PL, PP, que tem o ministro-chefe da Casa Civil (Ciro Nogueira), o presidente da Câmara (Arthur Lira). Ficou mais clara a divisão para o povo entender. De um lado, ficaram os partidos ligados a Bolsonaro, do aumento da gasolina, do orçamento secreto, do que aumenta o desemprego. Do outro, está esperança, que é presidente Lula", declarou o governador.

Rui Costa disse ainda que houve uma influência nacional para o rompimento. "Eu acho que teve uma influência forte do centrão, do ministro-chefe da Casa Civil do Bolsonaro, que é de fato o presidente do PP no brasil, teve uma influência forte do presidente da Câmara, líder que comanda e é também o líder do centrão. Eles torciam para que houvesse o rompimento, trabalhavam para o rompimento. E eu acho que prometeram muita coisa para estimular o rompimento. Acho que teve uma influência forte do Bolsonaro, e do ministro de Bolsonaro, aliado com o nosso adversário. A informação que eu tenho é que o nosso adversário estava reunido com Lira em Brasília, e o ministro de Bolsonaro para articular isso", pontuou.



*Tribuna da Bahia

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