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São Cristóvão e Pernambués poderão abrir comércio das 10h às 16h


Mesmo continuando sob restrições, os bairros de São Cristóvão e Pernambués vão poder ter comércio aberto das 10h às 16h, em modelo similar ao que aconteceu no Nordeste de Amaralina na última semana, anunciou nesta sexta-feira (28) o prefeito ACM Neto. Águas Claras e Castelo Branco, que já receberam as medidas, vão voltar a ter restrições completas, com atividades econômicas fechadas, por conta do aumento de casos nos últimos sete dias.

O próprio Nordeste vai continuar sob restrição, mas com o comércio podendo abrir nos horários determinados. O prefeito avaliou que esse modelo de medidas parciais funcionou bem. "Mantivemos as ações da prefeitura no Nordeste, testes, higienização das ruas, distribuição de cestas, e delimitamos o horário de funcionamento das atividades econômicas, um horário específico. A gente considera que deu certo", disse.

Mesmo assim, o prefeito disse que ainda não conseguiram "reduzir como é necessário" os casos positivos. São 33% positivos nos testes rápidos diariamente no bairro. "Vamos manter no Nordeste o mesmo padrão que foi estabelecido na semana passada".

São Cristóvão está com 32,46% dos testes rápidos dando positivo, enquanto em Pernambués esse número é de 28%. O prefeito também usou os números para jusitificar a volta para Águas Claras e Castelo Branco. No primeiro, são 1.385 casos, sendo 108 só nos últimos sete dias. Em Castelo Branco, são 919 casos da covid-19, com 88 registrados nos últimos sete dias.

Por fim, Neto afirmou que as medidas restritivas mais duras foram prorrogadas em Plataforma e Santa Cruz. "Queria chamar atenção para Santa Cruz porque não há um dia que a gente consiga ter um percentual inferior a 40% de casos positivos nos testes realizados lá. É um número muito alto, que preocupa, assusta. Precisamos da colaboração dos moradores da Santa Cruz. Dado esse número tão elevado, precisamos manter todas as atividades inteiramente fechadas", afirmou.

Os bairros de Periperi, Cajazeiras 11 e Fazenda Grande 2 receberam uma "puxada de orelha" com um alerta. Os números lá cresceram. "Entraram no grupo de atençao da prefeitura, mas ainda não há justificativa para retornar com as ações e restrições, mas não quer dizer que não possa acontecer. Por isso estou logo pedindo apoio dos moradores e trabalhadores", disse Neto.



*Correio da Bahia

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