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Há três meses, governo federal não anuncia mais na Rede Globo e revista Veja

Segundo fontes, governo cortou verbas publicitárias da Rede Globo e Editora Abril há três meses. A secretaria de comunicação informou que governo não anuncia mais na Rede Globo e em revistas da Editora Abril desde Janeiro.

O governo não se esqueceu da matéria da Revista Veja baseada em fofocas e tem cortado o mal pelas pontas. Anúncios da Petrobrás, Caixa Econômica e Banco do Brasil foram cancelados com a representante-mor do golpismo midiático brasileiro. Só com a petrolífera, a revista da “suposta matéria baseada em fofoca de WhatsApp” vai deixar de arrecadar 6.1 milhões de reais. E parece que não para por aí, os cortes

Em Dezembro, o Portal já avisa anunciado que o governo tinha confirmado o corte de verbas das estatais aos veículos de comunicação. (Relembre)
Nessa semana, o jornalista Paulo Henrique Amorim havia comentado a matéria e afirmado que o governo já havia cortado as verbas em janeiro, a confirmação veio depois para a nossa redação através de fontes ligadas á secretária de comunicação.

Governo trabalha com a economia em alguns setores, mas neste, acertou em cheio. A editora Abril e a Rede Globo são inimigas declaradas do governo, não faria algum sentido continuar investindo em algo negativo.
Parece que o governo cansou de apanhar calado, Dilma disse em declaração que governo não compactua com mentirosos.

Economia para os cofres públicos

Levantamento no diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, um dos 10 maiores receptáculos das verbas do governo, mostra que, desde o início da gestão Dilma Rousseff, um volume ainda não revelado; além dos R$ 161 milhões repassados para emissoras de TV, jornais, revistas, rádios, sites e blogs, saiu dos cofres das empresas estatais controladas pela União.
A Globo Comunicação e Participações S.A., responsável pela TV Globo e sites ligados à emissora, abocanhou quase um terço da verba aplicada pela Presidência da Repúlica entre janeiro de 2011 e julho deste ano: R$ 52 milhões. A segunda colocada é a Record, com R$ 24 milhões. A Empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha, recebeu R$ 661 mil. A Infoglobo, que edita o jornal O Globo, R$ 927 mil. Outro diário conservador paulistano, O Estado de S. Paulo, arrecadou R$ 994 mil. O portal UOL, controlado pelo Grupo Folha, recebeu outros R$ 893 mil.

Fim das regalias, agora vai?

Segundo fontes, as verbas publicitárias em veículos conservadores de oposição devem ser cortados um a um, mas tudo deve ocorrer de forma sigilosa para que não cause boatos de origem maliciosa nesses veículos. Os comentários dos acordos serão letais, a verba pode ser apenas amenizada caso esses veículos se garantem de forma ética.
A estratégia do governo é investir em outras formas de divulgação e publicidade, além da economia, a ideia central seria cortar o mal pela raiz.



M Portal

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