Coordenador de Saúde alerta para riscos de contaminação por água não potável
O problema da falta de água na capital baiana atingiu uma grande quantidade de pessoas com rompimento de uma adutora na última quarta-feira (1). Com isso, muitos cidadãos começaram a adotar outras formas de captar o recurso que é tão indispensável para a vida, mesmo sem os devidos cuidados necessários.
Em entrevista à Rádio Metrópole nesta terça-feira (7), durante o programa Metrópole Saúde, o subcoordenador da Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Lourenço Ricardo Oliveira, falou sobre o risco de captação de água de qualquer lugar sem o devido cuidado. "A água retirada desses lugares não é uma água recomendada para o uso. Não é potável. Ela pode trazer uma série de doenças, como leptospirose, tifo, gasinterite, hepatite A e B e até doenças chamadas de reemergentes, como a cólera", disse ele.
Oliveira ainda contou sobre a ação da SMS durante este período de crise no abastecimento de Salvador. "A gente monitora a qualidade da água distribuída na cidade de Salvador 24 horas por dia, todos os dias da semana, a partir de coletas realizadas na distribuição da Embasa. Nesse momento de emergência, a SMS, através da Vigilância Ambiental, está reforçando esse monitoramento tanto das áreas atingidas como as que vão ser restabelecidas gradativamente o fornecimento de água para a população", afirmou.
O coordenador também falou sobre medidas que podem ser adotadas para prevenir doenças graves com a captação de uma água imprópria para o consumo. "O procedimento básico quando você desconhece a qualidade da água que você vai consumir seria fazer a filtração. Pode ser feita até mesmo com um pano limpo ou com filtro de papel utilizado para coar o café. Depois disso, pode ser utilizada a fervura, durante três minutos, e, possivelmente, a adição de hipoclorito de sódio, que é uma substância química que pode ser encontrado nos postos de saúde", disse Lourenço.
Metro1
Em entrevista à Rádio Metrópole nesta terça-feira (7), durante o programa Metrópole Saúde, o subcoordenador da Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Lourenço Ricardo Oliveira, falou sobre o risco de captação de água de qualquer lugar sem o devido cuidado. "A água retirada desses lugares não é uma água recomendada para o uso. Não é potável. Ela pode trazer uma série de doenças, como leptospirose, tifo, gasinterite, hepatite A e B e até doenças chamadas de reemergentes, como a cólera", disse ele.
Oliveira ainda contou sobre a ação da SMS durante este período de crise no abastecimento de Salvador. "A gente monitora a qualidade da água distribuída na cidade de Salvador 24 horas por dia, todos os dias da semana, a partir de coletas realizadas na distribuição da Embasa. Nesse momento de emergência, a SMS, através da Vigilância Ambiental, está reforçando esse monitoramento tanto das áreas atingidas como as que vão ser restabelecidas gradativamente o fornecimento de água para a população", afirmou.
O coordenador também falou sobre medidas que podem ser adotadas para prevenir doenças graves com a captação de uma água imprópria para o consumo. "O procedimento básico quando você desconhece a qualidade da água que você vai consumir seria fazer a filtração. Pode ser feita até mesmo com um pano limpo ou com filtro de papel utilizado para coar o café. Depois disso, pode ser utilizada a fervura, durante três minutos, e, possivelmente, a adição de hipoclorito de sódio, que é uma substância química que pode ser encontrado nos postos de saúde", disse Lourenço.
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