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Sandro Mabel o dono da fábrica de rosquinha

Sandro Antônio Scodro, Nascimento: 31/12/1958 Naturalidade: Ribeirão Preto, SP, Profissões: Administrador de Empresas· Atividades Profissionais e Cargos Públicos, representando os empresários:

Diretor Comercial, CIPA, Ribeirão Preto, SP, 1983-1984; Diretor-Superintendente, CIPA, Goiânia, GO, 1985-; Diretor-Presidente, CIPA, Aparecida de Goiânia, GO, 1986-2006. Atividades Sindicais, Representativas de Classe e Associativas:

Diretor, Sindicato das Indústrias de Massas e Biscoitos, São Paulo, SP, 1980-1986; Presidente, Rotary Club de Goiânia, GO, 1987-1988; Presidente, Sindicato das Indústrias de Alimentação do Estado de Goiás, GO, 1991-1996; Vice-Presidente, CNI, Brasília, DF, 2001.

Prezados amigos e amigas, este é o perfil do cidadão politico empresário que que destruir a representação de classe dos trabalhadores e suas condições de Ascenção dentro da sociedade, como vários empresários que dominam a politica em BRASILIA quais TRABALHAM OU OPERAM  em causa própria, total e exclusiva contra os TRABALHADORES E O POVO.

SANDRO MABEL é mentor ou pai do PL 4330/2004 Dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes. Normas, contrato, terceirização, prazo, prestação de serviço, sociedade empresária, empresa tomadora de serviço, inexistência, vínculo empregatício, empregado, sócio, requisitos, funcionamento, empresa de prestação de serviço, inscrição, (CNPJ), registro, junta comercial, limite mínimo, capital social, critérios, reajuste, valor, contratação, serviço, proibição, utilização, trabalhador, diferença, atividade, contrato de trabalho, empresa, garantia, condições de trabalho, segurança, saúde, exigência, treinamento de pessoal, capacitação profissional, assistência médica, alimentação, responsabilidade subsidiária, tomador de serviço, prestador de serviço, responsabilidade solidária, subcontratação, comprovação, cumprimento, obrigação trabalhista, encargo social, ressalva, ação regressiva, devedor, pagamento, indenização, contrato administrativo, Administração Pública, recolhimento, contribuição previdenciária, contratado, contribuição sindical, inaplicabilidade, empregado doméstico, empresa de segurança e vigilância, penalidade, infrator.

Meus amigos então para entender essa danação de MABEL CONTRA OS TRABALHADORE, pois são impublicáveis suas expressões certa época no congresso nacional contra os sindicatos e trabalhadores, então amigos e amigas devemos estar atento e protesta e combate os politico tipo Donos de supermercados, lojas, farmácias e outras modalidades empresariais.
Então leitores além da lista dos deputados e políticos que muitos por aqui passaram pedindo votos e ate se aliando a personalidades politica da nossa cidade estaremos fazendo uma analise dos traidores e suas relações em nossa cidade com nossos políticos.

Segundo a carta capital existem Nove motivos para você se preocupar com a nova lei da terceirização com aprovação do projeto de lei 4.330 que facilita a terceirização e a subcontratação do trabalho.
1- Salários e benefícios devem ser cortados.

O salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos  empregados formais, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
No setor bancário, a diferença é ainda maior: eles ganham em média um terço do salário dos contratados. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, eles não têm participação nos lucros, auxílio-creche e jornada de seis horas.

2- Número de empregos pode cair
Terceirizados trabalham, em média, três horas a mais por semana do que contratados diretamente. Com mais gente fazendo jornadas maiores, deve cair o número de vagas em todos os setores.
Se o processo fosse inverso e os terceirizados passassem a trabalhar o mesmo número de horas que os contratados, seriam criadas 882.959 novas vagas, segundo o Dieese.

3- Risco de acidente deve aumentar
Os terceirizados são os empregados que mais sofrem acidentes. Na Petrobras, mais de 80% dos mortos em serviço entre 1995 e 2013 eram subcontratados. A segurança é prejudicada porque companhias de menor porte não têm as mesmas condições tecnológicas e econômicas. Além disso, elas recebem menos cobrança para manter um padrão equivalente ao seu porte.

4 - O preconceito no trabalho pode crescer
A maior ocorrência de denúncias de discriminação está em setores onde há mais terceirizados, como os de limpeza e vigilância, segundo relatório da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Com refeitórios, vestiários e uniformes que os diferenciam, incentiva-se a percepção discriminatória de que são trabalhadores de “segunda classe”.

5- Negociação com patrão ficará mais difícil
Terceirizados que trabalham em um mesmo local têm patrões diferentes e são representados por sindicatos de setores distintos. Essa divisão afeta a capacidade de eles pressionarem por benefícios. Isolados, terão mais dificuldades de negociar de forma conjunta ou de fazer ações, como greves.

6- Casos de trabalho escravo podem se multiplicar
A mão de obra terceirizada é usada para tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Casos como esses já acontecem em setores como mineração, confecções e manutenção elétrica.

7- Maus empregadores sairão impunes
Com a nova lei, ficará mais difícil responsabilizar empregadores que desrespeitam os direitos trabalhistas, porque a relação entre a empresa principal e o funcionário terceirizado fica mais distante e difícil de ser comprovada. Em dezembro do último ano, o Tribunal Superior do Trabalho tinha 15.082 processos sobre terceirização na fila para serem julgados, e a perspectiva dos juízes é de que esse número aumente. Isso porque é mais difícil provar a responsabilidade dos empregadores sobre lesões a terceirizados.

8- Haverá mais facilidades para corrupção
Casos de corrupção como o do bicheiro Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos. Em diversos casos menores, contratos fraudulentos de terceirização também foram usados para desviar dinheiro do Estado. Para o procurador do trabalho Rafael Gomes, a nova lei libera a corrupção nas terceirizações do setor público. A saúde e a educação públicas perdem dinheiro com isso.

9- Estado terão menos arrecadação e mais gastos
Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários para empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado. Ao mesmo tempo, a ampliação da terceirização deve provocar uma sobrecarga adicional ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao INSS. Segundo juízes do TST, isso acontece porque os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais com mais frequência, o que gera gastos ao setor público.

* José Ribeiro da Costa, Dirigente Sindical dos Comerciários/ Licenciado em História. Faz Analise politica de Simões Filho Bahia. Publicações as terças e sextas feiras. No site, http://www.panoramadenoticias.com.br/

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