Vereador Lessa diz que "não há disputa pela presidência da Comissão do Carnaval"
Em nota enviada à imprensa nesta quinta-feira (2), o vereador Arnando Lessa (PT) afirma que não existe nenhum tipo de disputa pela presidência da Comissão Especial do Carnaval, na Câmara Municipal. "Não há disputa pois só existe uma comissão constituída", disse.
O petista disse que o Carnaval da capital baiana continua sendo uma prioridade da Casa e que, à frente do colegiado de caráter temporário, conta com a participação dos vereadores de diversos partidos e com o apoio fundamental do presidente do legislativo municipal, vereador Paulo Câmara (PSDB).
"Essa Comissão foi aprovada e apoiada pela maioria esmagadora dos partidos, da presidência da Casa e teve os seus membros indicados pelos partidos e pelo PT, através da líder da legenda, Vânia Galvão, que indicou meu nome, e os dos vereadores Suíca e Moisés Rocha", destacou Lessa.
A comissão anterior havia sido destituída por meio de decreto e apresentação, no em dezembro de 2014, do relatório final pelo ex-presidente, vereador Henrique Carballal. "Se não for assim, a Comissão temporária, que funcionou por dois anos, se tornaria definitiva, o que seria uma anomalia legislativa", acrescentou Arnando Lessa.
Metro1
O petista disse que o Carnaval da capital baiana continua sendo uma prioridade da Casa e que, à frente do colegiado de caráter temporário, conta com a participação dos vereadores de diversos partidos e com o apoio fundamental do presidente do legislativo municipal, vereador Paulo Câmara (PSDB).
"Essa Comissão foi aprovada e apoiada pela maioria esmagadora dos partidos, da presidência da Casa e teve os seus membros indicados pelos partidos e pelo PT, através da líder da legenda, Vânia Galvão, que indicou meu nome, e os dos vereadores Suíca e Moisés Rocha", destacou Lessa.
A comissão anterior havia sido destituída por meio de decreto e apresentação, no em dezembro de 2014, do relatório final pelo ex-presidente, vereador Henrique Carballal. "Se não for assim, a Comissão temporária, que funcionou por dois anos, se tornaria definitiva, o que seria uma anomalia legislativa", acrescentou Arnando Lessa.
Metro1


Nenhum comentário