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Oposição se mobiliza para ampliar prefeituras

Em 2012, os partidos aliados do governo do estado conquistaram 332 prefeituras, número que representa cerca de 80% dos 417 municípios da Bahia. Isso significa que a oposição ficou apenas com 85 prefeituras, em um cenário no qual partidos como PMDB, PSDB e DEM conquistaram 63, sendo 44, 10 e 9 prefeitos, respectivamente.

Dessa vez, com o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), como principal cabo eleitoral do grupo, a oposição espera ampliar o número de prefeituras nos principais municípios baianos. O próprio Neto já apontou, durante a convenção democrata no ano passado, que o cenário em 2016 é mais favorável do que em 2012, quando a sigla enfrentava especulações de que sua trajetória estaria chegando ao fim. “O ambiente hoje é completamente diferente. Havia um esvaziamento do partido. Muito diferente de agora, onde existe a busca crescente das pessoas pelo Democratas”, disse o prefeito, ao informar que passaram de 45 diretórios para 370.

O gestor da capital baiana enfatizou ainda que a união da oposição é uma meta para as eleições municipais, o que significa dobradinhas em diversas cidades com partidos como PMDB, PSDB, DEM, PPS, PSC, PV, PHS, dentre outros. “Não haverá sequer uma cidade da Bahia em que a oposição não terá palanque. Aqui fica um recado ao PT: se preparem, pois estamos prontos para enfrentá-los em todo o estado”, disse Neto, reforçando que “a oposição estará disputando nos 417 municípios baianos, e de forma competitiva”.

O deputado federal e presidente do PSDB na Bahia, João Gualberto, ressalta que o partido tucano vem em 2016 “com um projeto de expansão e qualificação, marcando presença nos principais municípios da Bahia”. Segundo o parlamentar, a sigla busca parceiros e grupos políticos em cada cidade para levar os ideais do partido da social democracia.

O PMDB também aposta na união das oposições para angariar maior número de prefeitos. “Estamos recebendo adesões e queremos lançar o maior número possível de candidaturas. Mas isso não quer dizer que deixaremos de considerar os aliados”, disse Geddel Vieira Lima, presidente do PMDB baiano.





Tribuna da Bahia 

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