Simões Filho e Cia-Sul: Sucateados!
As vésperas das eleições de 2016, na particularidade de Simões Filho na Bahia, qual vive uma expectativa de ruptura politica do grupo politico do atual prefeito e o irmão Senador a serem superados nas urnas por DINHA no próximo dia 02 de outubro. Simões Filho uma cidade de grande influencia na renda PER CAPTA do estado da Bahia após a implantação do Centro Industrial de Aratu em 1967, em um sistema MULTISETORIAL de empresas.
Com a importância das dez mais ricas da Bahia, a cidade de Simões Filho, após fim da década de oitenta entra em uma estagnação, o CIA-SUL, passou a se alto sucatear sem uma politica de atração de novas empresas e oferta de infraestrutura para manutenção das empresas até os dias de hoje aqui instaladas, nunca se definiu roteiros de transportes para melhores deslocamentos de operários ou fornecedores, iluminações caóticas o que contribuem com altos índices de descarte de cadáveres na região, capinarem as vias publicas de formas raras são realizadas com matos altos que dificultam a sinalização e deslocamento nas vias do Cia, matagal outro contribuinte para crimes e descarte de cadáveres. As crateras nas vias do Centro Industrial de Aratu é outros absurdos em uma região que esta prestes a se tornar um polo logístico por ações próprias das empresas, tornam os asfaltos das vias de péssima qualidade sem nenhuma politica de recuperação asfáltica para melhor locomoção nas vias tenebrosas do CIA-SUL de Simões Filho, na Bahia.
Dentro de um sistema de gestão pública mais confusa dos pais, uma cidade com sua capacidade operacional de atração de empresas a se instalarem em Simões Filho gerar recursos para o município aumentando suas receitas de ISS, geração de empregos para o povo morador da cidade isso não acontece, pasmem nos doze últimos anos entre o atual prefeito e o ex-prefeito qual se prestou ao papelão de oferecer seu nome mesmo estando inapto para sucessão, em torno de uma dúzia e meia das empresas que queriam se instalar no município foram para as cidades vizinhas e outros estados, mais umas que voltaram para salvador e outras que estão prestes a se mudarem em 2017.
Com uma cidade que tem uma capacidade de atração de empresas que podem gerar mais de 30.000 (trinta mil) empregos no CENTRO INDUSTRIAL DE ARATU, nada acontece e nada se faz, basta um incauto parar uma manha e efetuar a leitura do plano diretor do CIA, saberá das viabilidades e inviabilidades para se instalar empresas e estas gerar empregos, basta transitarmos pela localidade para ter medos e assombros com o abandono, dos potenciais 30.000 (trinta mil) empregos que era para gerar na década de oitenta no CIA hoje não consegue gerar um terço, ou seja, 10.000 (dez mil) empregos em torno deste numero digamos que 20% (vinte por cento) oferecidos a Simões Filho e oitenta por cento para Salvador, ou seja, 20 x 80, tudo errado.
Nestas perspectivas, a cidade está sucateada em todas as formas imaginaria, com os pais de família desempregados, jovens a margem da sociedade sem perspectivas de empregos ou eventuais qualificações profissionais praticas esportivas e culturais inexistentes, quais as viabilidades de reorganizar o CENTRO INDUSTRIAL DE ARATU, governo do estado, governo municipal ou até pode ser desenvolvida ações em conjunto e reestruturaste o CIA ENTRE AMBOS, mas o porquê nunca aconteceu nos últimos doze anos devidos os governantes serem do mesmo projeto.
*José Ribeiro Costa, Dirigente Sindical dos Comerciários, UGT Bahia e Nacional, FECOMBASE e SECSF.



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