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CASO MARIELLE: vereador diz que estão "querendo matar outro vereador com o mesmo tiro”

Em coletiva de imprensa, o vereador Marcello Siciliano chamou de operação midiática a busca e apreensão de objetos em imóveis relacionados a ele na manhã de ontem (14).

"Com todo o respeito que eu tenho ao Judiciário, ao Ministério Público, à instituição policial, mas a gente está vendo que a intervenção está chegando ao fim. Tem uma pressão muito grande por parte da sociedade, (das organizações) dos direitos humanos, da Anistia Internacional. Esse (assassinato de Marielle) realmente é um crime de repercussão internacional. Mais do que ninguém quero também que seja desvendado. Não sei por que resolveram me 'pegar para Cristo' nesse crime que não cometi", afirmou.

O vereador Siciliano pediu a federalização das investigações da execução de Marielle e do seu motorista, Anderson Gomes, porque, em sua opinião, foi eleito como "bode expiatório" pela polícia para que, às vésperas do fim da intervenção militar no Rio, as investigações sejam concluídas.

A polícia cumpriu mandados de busca e apreensão na manhã de ontem em imóveis residenciais, escritórios e gabinete da Câmara dos Vereadores. Na operação, foram recolhidos documentos, computadores e celulares, além de um cofre. Por livre iniciativa, Siciliano esteve na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, na Cidade da Polícia, para onde o material foi levado.




*Radar da Bahia

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