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"Fake da FGV destruiu minha carreira no MEC", diz Decotelli


Nesta quarta-feira (1º), Carlos Alberto Decotelli , que pediu demissão antes de tomar posse como ministro da Educação, atacou a Fundação Getulio Vargas, que afirmou que Decotelli não foi professor na instituição, ao contrário do que constava no seu currículo.

"O fake da FGV destruiu a minha carreira no MEC", afirmou Decotelli.

Segundo a coluna do jornalista Guilherme Amado, do jornal 'Época', Decotelli enviou fotos de seis prêmios da FGV em reconhecimento a seu trabalho como docente nas turmas de MBA. Em todos esses casos, é chamado de professor.

A Presidente da Associação Nacional de Universidades Particulares (Anup) e irmã do ministro Paulo Guedes, Elizabeth Guedes, que conhece Decotelli há 30 anos, negou uma nota da FGV que diz que Decotelli não foi professor da instituição. “A FGV foi covarde. Ele coordena MBA e é professor lá, sim ”.

Elizabeth disse também que Decotelli errou ao mentir no currículo, atitude que surpreendeu, mas classificou uma reação pública como medida de proporção. “Houve um aproveitamento político e foi esquecido a uma dimensão profissional dele”, afirma. Ela disse que os cursos ministrados por Decotelli no Ibmec, em São Paulo, sempre foram feitos como um sucesso.

"Era um professor que chegava e resolvia. Capacidade de comunicação incrível, sempre rindo, muito eficaz, conhece ou ensina", afirma. Elizabeth diz ser grata a Decotelli até hoje.

“O Decotelli é um preto que vence no mercado de capitais, que é um lugar de homem branco e rico. Ninguém fala isso. Se fosse de esquerda ... ”, provoca Elizabeth. “Cadê o movimento preto, que gosta de defensor? Ninguém vai defender esse preto? Quantos brancos já fizeram isso e não aconteceram nada? ”.


*Radar da Bahia

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