Marcela Oliveira destaca avanços no SIMM Municipal e aposta em projeto para mulheres 40+
A diretora do SIMM Municipal de Simões Filho, Marcela Oliveira, participou do programa Panorama de Notícias na Rádio Simões Filho FM 87.9, na tarde desta terça-feira (7) e fez um balanço da atuação da unidade, destacando avanços na área de empregabilidade e novos projetos voltados à inclusão social.
Logo no início da entrevista, Marcela ressaltou o momento pessoal e profissional que vem vivendo.
“A palavra de hoje é gratidão. Eu confesso que 2026 tem sido um ano de transformação para mim. Eu durmo uma pessoa e acordo outra”, afirmou.
À frente do serviço há quase cinco anos, ela destacou a evolução do município no ranking de empregabilidade.
“Quando eu entrei no SIMM, estávamos em oitavo lugar. Hoje, Simões Filho está em quarto. Eu falo isso com muito orgulho”, disse, atribuindo o resultado ao trabalho coletivo da equipe.
A gestora também reforçou a importância do atendimento humanizado, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.
“Muitas vezes, quem chega ali não quer só uma vaga, quer ser ouvido. O acolhimento é prioridade”, pontuou.
Entre os desafios, Marcela destacou a dificuldade de qualificação de parte dos candidatos.
“Tem gente que está há mais de um ano fora do mercado e não tem condição de se preparar. Isso dificulta, mas estamos buscando soluções”, explicou.
Um dos principais projetos em desenvolvimento é voltado para mulheres acima dos 40 anos.
“A gente precisa qualificar essas mulheres para devolvê-las ao mercado. Estamos falando de mães solo, mulheres que sofreram violência e que precisam recomeçar”, destacou.
Ela também celebrou iniciativas anteriores, como a parceria com empresas que resultou na inserção de dezenas de pessoas no mercado de trabalho.
“Foram 44 jovens contratados. São 44 famílias beneficiadas. Isso não tem preço”, afirmou.
Sobre a rotina intensa à frente da unidade, Marcela revelou os desafios emocionais da função.
“É difícil. Às vezes a gente sai de casa desmotivado, mas chega lá e entende que precisa ser forte para ajudar quem precisa”, disse.
Mesmo diante das dificuldades, ela garante que segue motivada.
“Eu me apaixono pelo que faço todos os dias. Até o último dia que eu estiver ali, quero continuar ajudando cada pessoa que chegar”, concluiu.
Por Ataíde Barbosa




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