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Simões Filho avança em projeto pioneiro para reduzir riscos de desastres urbanos


O município de Simões Filho dá um passo importante rumo ao planejamento urbano sustentável com o início de uma nova etapa do Projeto de Desenvolvimento Urbano Integrado voltado à Redução de Riscos de Desastres. A fase piloto começa a ganhar forma com a chegada de uma equipe técnica composta por representantes do Ministério das Cidades e da Fiocruz, que participam de atividades nos dias 27 e 28 de abril.

A programação tem início na sede da Secretaria de Habitação (SEHAB), reunindo equipes da gestão municipal e lideranças comunitárias do bairro Cristo Rei, área considerada prioritária dentro da iniciativa. Durante o primeiro dia, estão previstas apresentações institucionais, além da introdução da ação “Defesa Civil nas Escolas”, que passa a integrar o projeto como estratégia de conscientização e prevenção de riscos.

No período da tarde, técnicos do Ministério das Cidades conduzem uma capacitação voltada ao fortalecimento das estratégias locais, ampliando o preparo das equipes envolvidas na execução do projeto.

Já no segundo dia, as atividades seguem diretamente no território, com visita técnica ao bairro Cristo Rei e encontro com moradores no Projeto Fé. A proposta é ouvir a população, compreender as principais demandas da comunidade e incentivar a participação popular na construção das soluções.

Iniciado em 2025, o projeto busca desenvolver metodologias inovadoras de planejamento urbano alinhadas à redução de riscos de desastres. Simões Filho se destaca no cenário nacional por ter sido um dos 12 municípios selecionados e, após avanços ao longo do último ano, passou a integrar a fase piloto — sendo o único representante do Nordeste entre as seis cidades escolhidas.

Durante a fase preparatória, foram realizadas capacitações, reuniões técnicas e estudos voltados ao planejamento ambiental e à adaptação às mudanças climáticas. Agora, com a implementação prática das ações, a expectativa é fortalecer a integração entre poder público e comunidade, promovendo soluções mais seguras, eficientes e adequadas à realidade local, especialmente em áreas mais vulneráveis a chuvas intensas.




Por Ataíde Barbosa/Foto: Rede Imprensa

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