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ACM Neto admite erros na chapa de 2022 e diz que aliança para 2026 foi planejada com antecedência


O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), fez uma autocrítica sobre a disputa eleitoral de 2022 e reconheceu que a formação da chapa majoritária foi um dos fatores que comprometeram sua estratégia política. Em entrevista concedida nesta segunda-feira (20) à Rádio Bahia FM, o líder oposicionista afirmou que as escolhas realizadas naquele pleito poderiam ter resultado em uma composição mais competitiva.

Durante a entrevista, ACM Neto ressaltou que não faz críticas pessoais aos ex-companheiros de chapa, o ex-deputado federal Cacá Leão e Ana Coelho, mas avaliou que, sob o ponto de vista político, a aliança não reuniu a representatividade eleitoral necessária para fortalecer sua candidatura em todo o estado.

Segundo o pré-candidato, a experiência de 2022 serviu de aprendizado para a construção da chapa que disputará as eleições de 2026. Ele destacou que a definição antecipada dos nomes permitiu maior integração entre os aliados e melhor organização da pré-campanha.

ACM Neto também afirmou que a atual composição reúne lideranças com forte influência em diferentes regiões da Bahia. Entre os nomes citados estão o pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), e o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), apontado por ele como uma liderança consolidada no interior do estado e com ampla identificação junto ao setor produtivo rural.

Ao comparar os dois momentos, o ex-prefeito destacou que, ao contrário da eleição passada, quando a definição da chapa ocorreu às vésperas das convenções partidárias, desta vez a aliança foi anunciada ainda no fim de março. Para ele, a antecipação permitiu que todos os integrantes trabalhassem de forma coordenada desde o início da pré-campanha, fortalecendo o projeto político para a disputa estadual de 2026.




Por Ataíde Barbosa/Foto: Reprodução

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