Ex-Vitória, David Corrêa é alvo de operação contra tráfico de armas e drogas; jogador do Santos é preso
O atacante David Corrêa, que já defendeu o Vitória e atualmente atua pelo Vasco da Gama, é alvo de uma investigação da Polícia Civil que apura um possível esquema envolvendo tráfico de drogas e armas. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta segunda-feira (31), no Rio de Janeiro, como parte de uma operação de alcance interestadual.
A ação é conduzida por equipes da 14ª Delegacia de Polícia (Leblon) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme). Ao todo, três mandados de busca foram expedidos para endereços relacionados à investigação na capital fluminense.
Entre os locais visitados pelos agentes está a residência de David, localizada na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. O Centro de Treinamento do Vasco, em Jacarepaguá, também foi incluído entre os alvos da operação.
A investigação é conduzida pela Polícia Civil do Espírito Santo e busca esclarecer a possível participação de atletas profissionais e empresários em atividades relacionadas a um grupo criminoso suspeito de atuar no tráfico de armas e drogas.
Além das diligências no Rio de Janeiro, a operação também acontece simultaneamente em outros estados. Segundo as informações divulgadas, aproximadamente 100 policiais civis, com apoio de mais de 38 viaturas e dois helicópteros, participam da ofensiva.
Jogador do Santos é preso
A operação também teve desdobramentos em São Paulo, onde um jogador do Santos foi preso. A identidade do atleta e os detalhes da participação dele no caso estão sendo apurados pelas autoridades.
Até o momento, o fato de David Corrêa ser alvo de busca e apreensão não significa que ele tenha sido acusado ou condenado pelos crimes investigados. As diligências fazem parte da etapa de coleta de provas e esclarecimento das suspeitas levantadas pela investigação.
David passou pelo Vitória antes de seguir carreira em outros clubes do futebol brasileiro. Atualmente, o atacante integra o elenco do Vasco e teve seu nome envolvido na operação devido aos endereços relacionados às diligências realizadas no Rio.
Por Ataíde Barbosa/Foto: Reprodução



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