Pedágios na Grande Salvador ganham autoatendimento e novas formas de pagamento
Motoristas que circulam entre Salvador e a Região Metropolitana passaram a contar com uma alternativa mais rápida para pagar as tarifas de pedágio. As concessionárias Bahia Norte e Litoral Norte instalaram terminais de autoatendimento na Via Metropolitana e na Estrada do Coco (BA-099), permitindo que o próprio condutor faça o pagamento sem depender do atendimento de um operador.
Os equipamentos aceitam cartões de crédito e débito, tanto por aproximação quanto pela inserção do chip. Também é possível utilizar celulares, relógios e outros dispositivos com tecnologia NFC para concluir a operação.
Na BA-099, os terminais também oferecem a opção de pagamento via Pix. Já na Via Metropolitana, o sistema utiliza a leitura automática da placa para identificar veículos que têm direito à isenção de até uma hora, evitando a cobrança quando o motorista se enquadra na regra.
Apesar da novidade, o atendimento tradicional continua disponível. As cabines com operadores permanecem funcionando para quem prefere pagar em dinheiro. Os terminais de autoatendimento também permitem a emissão do recibo da transação, enquanto documentos fiscais podem ser obtidos posteriormente pelo site da concessionária.
Tarifas também foram reajustadas
A modernização do pagamento ocorre ao mesmo tempo em que entram em vigor novas tarifas nos pedágios administrados pela Bahia Norte. O reajuste de 10,438%, autorizado pela Agerba, eleva para R$ 7,70 a tarifa para automóveis, caminhonetes e furgões.
Para caminhões leves, ônibus e caminhões-tratores, o valor passa a R$ 15,40. O aumento vale para as praças localizadas nas rodovias BA-093, BA-524, BA-535 e BA-526.
Com os novos equipamentos, os motoristas ganham mais uma opção para quitar a tarifa, enquanto as concessionárias ampliam a automação do serviço. A expectativa é que o sistema contribua para agilizar a passagem, especialmente nos horários de maior movimento, sem retirar a possibilidade de atendimento presencial para quem ainda prefere os métodos tradicionais.
Por Ataíde Barbosa/Foto: Alô Simões Filho



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