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Professora conviveu 20 anos com sintomas que eram sinais de tumor


Durante mais de vinte anos, a professora britânica Nikita Sterling acreditou conviver apenas com crises ocasionais de enxaqueca. Os episódios começaram ainda aos 18 anos e, por muito tempo, não passavam de dores esporádicas que não despertavam grande preocupação.

No entanto, em outubro de 2024, sua rotina começou a mudar de forma drástica. Sterling passou a sentir dores de cabeça cada vez mais intensas e frequentes, acompanhadas de uma pressão constante no crânio. “Havia dias em que as crises vinham mais de 20 vezes, cada uma durando até dez minutos. Era exaustivo e assustador”, contou em uma publicação feita em suas redes sociais.

A persistência dos sintomas levou a professora a buscar atendimento médico. Após exames detalhados, veio o diagnóstico: meningioma de grau 1, um tipo de tumor cerebral geralmente benigno. A notícia foi confirmada no início de abril de 2025, quando Sterling completava 39 anos.

Apesar do choque inicial, ela tem usado seus perfis digitais para compartilhar a experiência e conscientizar outras pessoas sobre a importância de investigar sintomas persistentes. “Passei décadas acreditando que eram apenas enxaquecas, quando na verdade havia algo mais acontecendo. É fundamental não ignorar os sinais do corpo”, destacou.

O caso da professora chama atenção para como doenças graves podem se esconder atrás de sintomas aparentemente comuns, como dores de cabeça recorrentes.




Por Ataíde Barbosa/Foto: Reprodução

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