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Prefeito de Simões Filho repudia feminicídio de Josy Amora e pede atenção aos sinais de violência


A morte de Josy Amora, assassinada pelo marido dentro de um carro no estacionamento de um supermercado, causou profunda comoção em Simões Filho e reacendeu o debate sobre a urgência de combater a violência contra a mulher. Abalado pela tragédia, o prefeito Del publicou na manhã deste sábado (22) uma nota de repúdio, lamentando o ocorrido e reforçando o compromisso do município com a proteção às vítimas.

Segundo o gestor, o crime “abalou toda a cidade” e evidencia a necessidade de se observar atentamente os indícios de agressão dentro de casa. Del destacou que casos como este, infelizmente, mostram que muitas vezes o perigo se encontra no ambiente familiar e que qualquer sinal de ameaça deve ser levado a sério.

“Nenhuma mulher deve se calar diante do medo. Toda vida importa, e não podemos permitir que tragédias como esta se repitam”, afirmou o prefeito.

Rede de proteção disponível no município

Na mensagem, a prefeitura lembrou que Simões Filho dispõe de uma estrutura própria para acolher e orientar mulheres em situação de risco, como o CRAM (Centro de Referência de Atendimento à Mulher), que oferece suporte psicológico e encaminhamento jurídico.

Os canais de emergência foram reforçados como ferramentas essenciais para pedidos urgentes de ajuda:

190 – Polícia Militar
180 – Central de Atendimento à Mulher

A administração municipal informou ainda que os serviços permanecem ativos e preparados para agir rapidamente quando acionados.

Atenção aos sinais pode salvar vidas

Em sua postagem, o prefeito alertou sobre a importância de vizinhos, familiares e amigos não ignorarem sinais de violência, ressaltando que denunciar pode evitar mortes.

“Nos solidarizamos com os familiares e fazemos um apelo à população: não hesitem em pedir ajuda. Estamos prontos para ouvir, orientar e agir”, concluiu Del.

A tragédia envolvendo Josy Amora deixou um alerta urgente: violência doméstica não pode ser silenciosa. Com ações de apoio e conscientização, a cidade busca transformar o luto em luta pela vida e segurança das mulheres.




Por Ataíde Barbosa

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